Assumindo o papel de fundador de negócios

Como um empreendedor, entender e cumprir o papel de fundador de negócios é fundamental para o sucesso de qualquer novo negócio.

Então você é um empreendedor. Sua startup ganhou força com os usuários ou talvez tenha um pouco de receita inicial. Seu produto recebeu várias resenhas de alto perfil por KOLs, outros fundadores-de-reputação carismáticos. Sua equipe é inigualável. Ótimo! Mas você está pronto para assumir o papel de Fundador? Os membros da sua equipe? Antes de responder, considere as implicações das decisões que os fundadores devem tomar.

Vamos começar com avaliação e notícias. Você acredita que sua startup vale… sete números? Antes de decidir sobre esse número, você tem algumas coisas a considerar. O número que você como Fundador escolheu para avaliar sua startup é o melhor determinante do que será quando sua empresa crescer. Sua decisão sobre isso e sua disposição em aceitar as conseqüências geram dor ou felicidade.

Em empresas em estágio inicial, a avaliação do empreendimento não reflete o valor da empresa. Pelo contrário, é apenas quanto da sua empresa o investidor recebe pelo seu investimento. A avaliação no estágio inicial depende do tipo de investidor de quem você recebe dinheiro e de quanto dinheiro você pode precisar aumentar no futuro. Simples. Muito prático também, dada a relativa inutilidade de seus proformas (isso dito, você ainda precisa deles!). Então você deve escolher um número então?

E quanto ao preço que você precisa pagar pelo dinheiro que você levanta? O custo do capital da sua startup, medido pela quantidade de diluição que os Fundadores suportam, correlaciona-se diretamente com o tamanho do investimento solicitado. O dinheiro do capital de risco é caro por essa medida, enquanto receber um impulso de uma incubadora é bem menor. No mínimo, você deve determinar um valor que cubra uma ou duas tentativas frustradas de chegar ao mercado ou 18 meses de pista. Você vai grande ou pequeno? Grande é caro. Pequeno é lento. Antes de decidir sobre um aumento grande ou pequeno, pense nas repercussões para as pessoas envolvidas na sua startup. Saiba que muitos empreendimentos falham devido a relacionamentos fracassados ​​entre os membros da equipe.

O Museu Nacional e o sumiço da história da humanidade

O Museu Nacional, localizado na Quinta Boa Vista, no Rio de Janeiro, sob comando da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), completou em 2018 dois séculos de existência, podendo parecer até como uma previsão, logo depois de alguns meses o mesmo estava fadado a destruição, já que ocorreu um gravíssimo acidente, resultando na incineração do mesmo e perdendo patrimônio em mais de 20 milhões de itens, de acordo com notícias do Jornal Nacional, de uma cervo que reunião parte da descrição histórica, científica, cultural e social de várias civilização e animais pré-históricos, que se encontram no imaginário de quem pôde ter acesso, em matérias na internet e livros, de modo que as futuras gerações se quiserem ter acesso a tais coleções, apenas a chance de alcança-las mediante a conteúdo áudio – visual ou impresso, pois os artefatos e itens originais foram praticamente todos perdidos em chamas.

O Museu Nacional é a marca da introdução da pesquisa científica no Brasil, local que foi moradia da Família Real, lar de Dom João VI, vindo de Portugal. Um lugar que representou o início da Justiça Brasileira, com a Assinatura da Constituição Nacional em pleno pátio do antigo Museu. O Museu além de ter sido um ambiente com um cenário histórico gigantesco de convivência do Império ainda como lar residencial, foi um Centro em que havia acervos de Paleontologia, com o esqueleto do primeiro dinossauro encontrado no Brasil, mais especificamente em Minas Gerais. Havia o meteorito de Bendegó, com um período de existência de mais de 4 bilhões de anos (graças a sua estrutura cristalina e propriedades físico-químicas, nada sofreu com o incêndio, um dos poucos itens que “sobreviveram”). As múmias que já haviam sendo colecionadas, que eram de D. Pedro I foram todas perdidas, o fóssil de “Luzia” como era chamada a primeira ossada craniana de um ser humano em território brasileiro, estipulada com idade média de 11000 anos, e impossível se esquecer um dos acervos mais importantes, que era toda a coleção indígena, com obras que traduziam a cultura e itens originais utilizados e manejados durante os rituais da tribos em solo brasileiro.

 

Arrumação faz parte da vida de qualidade

Todo mundo gosta de um lugar limpo e organizado, mas nem sempre é fácil manter esse padrão, que como tudo de bom na vida, exige esforço e tempo. Muitas vezes a melhor maneira colocar as coisas no seu devido lugar é deixar um pouco da preguiça de lado e pôr em prática a arrumação e a limpeza.
Depois que as coisas foram limpas e organizadas, fica mais fácil de manter o local quando as pessoas que estão no ambiente se preocupam em conservar a arrumação. Uma coisa básica para o bem-estar de alguém em qualquer lugar é a ordem.

Quando existe muito tempo que uma pessoa deixou de limpar algum lugar ou colocar em ordem algum objeto, então a tarefa se torna mais árdua. Acumular tarefas em vez de simplesmente manter a limpeza torna mais cansativa a arrumação.

Se uma pessoa que gosta de manter as coisas em ordem e limpas precisa conviver com alguém que não gosta e ainda não colabora na arrumação, esse é um fator estressante que pode desgastar o relacionamento tanto na família quanto na vida profissional.

No mundo da ordem e da limpeza a japonesa Marie Kondo é o expoente das notícias que está atraindo o interesse pelo assunto e mudando os hábitos das pessoas. Marie tem um método próprio para o ambiente ficar mais leve e satisfatório.

O seu método se baseia na felicidade de uma pessoa quando algum objeto está em algum lugar. Caso a pessoa não se sinta feliz com o objeto é necessário que ele seja removido. A faxina é realizada por passos, em primeiro lugar está o vestuário, depois vêm os livros, documentos ou papelada, a cozinha, o banheiro, a garagem e a parte de diversos (chamado de Komono). Por último estão os objetos de valor sentimental.

De acordo com Jerrie Sharp, radiologista que se livrou de um terço dos seus pertences, o impacto que essa mudança tem é a saúde mental de uma pessoa que se torna perceptível com a aplicação dos métodos da Marie Kondo. As distrações do radiologista ficaram de lado e até mesmo a sua produtividade melhorou, aumentado a sua qualidade de vida.

Tim Cook se foca nas causas internas de queda de vendas da Apple

No ano passado a Apple comemorou bastante o valor de mercado que chegou ao recorde de US$1 trilhão graças a estratégia de vender iPhones a um valor mais alto, mas depois desse ótimo desempenho o mercado não permaneceu tão favorável quanto antes.

Em um momento em que as vendas de smartphones estão tendo uma queda por consequência de um mercado menos movimentado, a Apple se viu em uma posição de alerta. Tim Cook, presidente executivo da empresa, anunciou que haverá uma queda do quarto trimestre que prevê o valor de aproximadamente US$ 93 bilhões para US$ 84 bilhões. A razão vem principalmente das quedas das vendas do iPhone nos mercados emergentes, como na China, responsável por 20% do faturamento da empresa.

Na bolsa de valores na Nasdaq, houve uma queda que causou uma avaliação de US$ 674 bilhões. Mesmo com o número astronômico é a maior queda da empresa desde 2013. É lógico que quando um gigante tem uma queda, quem está ao redor vai sentir o impacto, o mercado financeiro americano terminou o dia com uma queda de 2,48%, enquanto a Nasdaq caiu 3,04%.

Somente em três meses a queda da Apple veio a US$ 423 bilhões, com esse resultado o posto da maior empresa em valor do mundo também foi perdido, quem está no pódio é Microsoft, Amazon e Google.

Várias são as razões que explicam essa queda da Apple. O valor alto dos produtos considerados de luxo que são lançados pela marca, faz quem quer comprar um aparelho novo recorrer a pessoas que vendem usados. A redução do humor dos consumidores na China e o desacordo comercial entre o país mais populoso do mundo e os EUA provocam essa queda, ainda que os aparelhos sejam fabricados na China.

O trabalho que está sendo feito por Cook é não culpar os fatores externos e sim reconhecer as causas que são originadas pela própria empresa.

A dependência da empresa do iPhone que representa 60% das vendas nos últimos anos também é uma razão. Cada vez mais os motivos são analisados para trazer uma solução que evite tantas perdas econômicas e gerem boas notícias.

Economia brasileira registra mais de 500 mil vagas de emprego abertas em 2018

O Ministério da Economia informou novos dados que destacam um novo cenário para a economia brasileira. Depois de três anos de registros de demissões, o ano de 2018 fechou com um bom resultado de novas vagas formais abertas. Segundo o ministério, ao todo foram 529.554 vagas abertas somente em 2018.

As vagas abertas durante um período é o mesmo que a diferença entre o total de contratações e demissões do mesmo período. No ano passado foram contabilizadas 15.384.283 contratações e 14.854.729 demissões. A diferença entre esses dois indicadores é o saldo positivo de vagas abertas com carteira assinada.

Todos esses dados foram obtidos por meio do Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados). Já as notícias divulgadas pelo Ministério ocorreram no dia 23 de janeiro de 2019, após o balanço dos dados registrados no ano passado.

Considerando o ano todo, os dados oficiais do Caged destacam que 2018 também obteve um bom resultado. Desde 2013, o Brasil não abria tantas vagas de emprego formais, pois na época, o número chegou ao total de 1.138.562 vagas abertas. Sendo assim, o Ministério da Economia concluiu que o total de vagas abertas em 2018 foi maior dentre os últimos cinco anos.

Contabilizando as vagas criadas em 2018 e o total de empregos formais que já existiam, o estoque de empregos formais existentes chegou a 38,39 milhões ao término do ano. No ano de 2017 esse mesmo estoque ficou em 37,86 milhões de empregos formais existentes. Em se tratando do estoque de empregos formais, o ano de 2018 foi o que teve o estoque mais alto desde o ano de 2015, quando a economia brasileira registrou um total de 39,20 milhões de brasileiros trabalhando com carteira assinada.

No entanto, ao término de 2018 os dados mostraram um grande número de vagas formais fechadas. Em dezembro de 2018 esse dado chegou a um total de 334.462 vagas fechadas, enquanto que no mesmo mês em 2017 o número chegou a 328.538 vagas formais fechadas.

Segundo o presidente da República Jair Bolsonaro e o ministro Rogério Marinho do Ministério da Economia, essas e outras conquistas obtidas pela reforma trabalhista serão ainda mais acentuadas neste e nos próximos anos.