Estatal mexicana de petróleo e gás fez grande descoberta, exalta presidente do país

Há anos atrás, o Brasil comemorava a descoberta do pré-sal, que poderia garantir ao nosso povo a autossuficiência de petróleo. Mas, esse ano foi a vez do México ter uma agradável surpresa do tipo, como ficou claro na declaração do presidente desse país, Enrique Peña Nieto, feita no dia 3 de novembro, uma sexta-feira: a estatal Petróleos Mexicanos (Pemex) descobriu uma “importante” jazida de petróleo e gás em Veracruz, no leste do país.

Mais detalhadamente, destacamos que o evento onde ocorreu o referido pronunciamento localizava-se no estado de Hidalgo, México. Na ocasião, a declaração do mandatário foi exatamente de que a jazida de nome “Ixachi-1”, com uma estimativa de ter o seu volume em torno de “1,5 bilhão de barris de equivalente em petróleo”, qualificaria-se então como, dos últimos 15 anos da Pemex, a mais “importante descoberta em campos terrestres registrada por essa empresa”. Fora isso, o presidente Peña ainda salientou a localização da jazida: Cosamaloapan, ao sul do porto de Veracruz. Fora sua observação de que a mesma poderia representar reservas de impressionantes 350 milhões de barris. E, para quem não sabe, quando falamos em “reserva”, estamos nos referindo a uma quantidade prevista que poderá ser recuperada comercialmente dentro de uma intervalo de tempo previamente estabelecido.

Na verdade, não parou por aí a declaração do presidente, já que ele achou importante destacar também que, por conta da sua localização, facilitaria-se bastante todo o processo de extração de petróleo, de modo que classificou-o, naquele momento, como “relativamente rápido e com custos baixos”. Afinal, a localidade não estaria, de qualquer modo, muito distante da infraestrutura já existente da Pemex.

Por fim, devemos comparar os dados atuais em relação à produção dessa petroleira com os obtidos no ano passado, 2016, também em seu terceiro trimestre, ou seja, de de julho a setembro. Assim sendo, podemos constatar que a produção chegou à marca de 1,8 milhão de barris por dia, representando então uma queda de 12%, considerada essa comparação.

E apesar da realidade negativa, o otimismo trazido pela descoberta, ainda assim, venceu, trouxe esperanças concretas, a ponto de, posteriormente ao pronunciamento aqui tratado, a Pemex vir a público dizer, sobre a grande descoberta, que ela “pode se estender ainda mais, e inclusive duplicar seu tamanho”.

Conheça o Parque Cidade Jardim, empreendimento de José Auriemo Neto

Em 2004 José Auriemo Neto mostrou ao pai, Fábio Auriemo que a empresa da família deveria investir em um complexo residencial e comercial de luxo na Marginal Tietê. A ideia do executivo era de oferecer em um só lugar opções de moradia, comércio e lazer, e dessa forma seus moradores poderiam fugir do trânsito caótico e da falta de segurança da capital paulista.

“Disse a ele para esquecer o assunto, que a Marginal Pinheiros não servia para um empreendimento desses”, afirmou Fábio Auriemo na época. Apesar da negativa do pai, José Auriemo Neto mostrou que a entrada poderia ser feita pelos fundos da marginal, em uma área residencial.

Contudo os planos do empresário eram bem maiores para o empreendimento, que teria torres residenciais, torres comerciais, um shopping e um hotel. Então o presidente da JHSF Participações​, após convencer o pai, adquiriu o terreno de 80 mil metros quadrados da Eletropaulo e deu o aval para a construção do Parque Cidade Jardim.

Antes do lançamento em 2006, 80% das 322 unidades já havia sido comercializada. Os apartamentos mais em conta, de 240 metros quadrados, estavam na faixa de R$ 2 milhões, enquanto o maior, um triplex de 1,8 mil metros quadrados, foi vendido por R$ 18 milhões.

O destaque do empreendimento é o shopping center de luxo. Com 180 lojas em um espaço de 48 mil metros quadrados, o centro de compras reúne algumas das grifes mais famosas do mundo como Daslu, Tiffany, Gucci, Armani, entre outras. Trata-se de um espaço com arquitetura moderna que ainda oferece universidades, agências bancárias, praça de alimentação completa, cinemas, entre outras opções de lazer e diversão.

José Auriemo Neto se inspirou Roppongi Hills, empreendimento “multifunções” construído em Tóquio. O complexo idealizado pelo bilionário japonês Minoru Mori reúne apartamentos residenciais, escritórios, lojas, restaurantes e um museu. Desde de sua concepção até a inauguração foram 17 anos e um custo de cerca de US 4 bilhões. O conceito espalhou-se por diferentes países até chegar ao Brasil.

A JHSF

A JHSF é uma empresa genuinamente brasileira que atua em diferentes setores: incorporações imobiliárias, hotelaria, administração de centros comerciais, gastronomia e até a administração de um aeroporto. Foi fundada em 1972 ainda com o nome JHS com foco no ramo imobiliário, contudo buscou ampliar os setores de atuação, destacando as atividades de renda recorrente.

Passou a se chamar JHSF em 1990 após uma cisão na companhia. A partir daí, Fábio Auriemo assumiu o controle da operação braço da empresa. E foi assim até 2003, quando José Auriemo Neto, na época diretor passou a ser o presidente-executivo. Antes disso, em 2001, o executivo já tinha se destacado ao criar a divisão de shopping centers.

Com o sucesso no segmento de luxo vieram novos projetos e posicionamentos frente ao mercado. Em 2007, por exemplo, a JHSF fez uma Oferta Pública de Ações (OPA) e desde então suas ações são negociadas no Novo Mercado da BMF&Bovespa.

Durante todos esses anos de atuação, a companhia de José Auriemo Neto foi responsável por investir e fomentar mais de 6 milhões de metros quadrados de empreendimentos no Brasil e América Latina.

 

Níveis de estoque estão adequados no varejo, diz Fecomercio-SP

O Índice de Estoque – IE – demonstrou uma queda de 1,9% na comparação realizada entre os meses de setembro e outubro de 2017, sofrendo uma redução de 110,7 pontos para 108,5 pontos. Os dados foram divulgados pela Fecomercio-SP – Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo – no dia 24 de outubro de 2017.

Seguindo o critério de comparação com períodos anteriores, a comparação entre os meses de outubro de 2016 e 2017 foi de alta de 9,2%, quando em outubro do ano passado o número registrado na pontuação era de 99,4 pontos. É importante frisarmos que os números apontados pela Fecomercio-SP, seguem como principal parâmetro para o IE, a percepção de volume referente aos varejistas de São Paulo. A escala que mede esse índice vai de 0 a 200. O Índice de Estoque vem sendo medido desde junho de 2011 seguindo o período mensal de levantamento e divulgação de dados. Esse índice é responsável por apontar os níveis de estoque no varejo de 600 empresas da Grande São Paulo.

O IE apontou para um número de 54,2% no número de empresários que enxergam os atuais níveis de estoques como adequado, que esteve durante uma sequência de seis meses consecutivos acima dos 50%. Já os empresários que apontam seus estoques como acima dos níveis adequados teve redução de 1,1 ponto percentual (p.p) na comparação entre os meses de setembro e outubro deste ano, equivalentes a uma redução de 32%.

“Os estoques abaixo do adequado aumentaram mais do que caiu a proporção de estoques acima, e isso, na média, elevou um pouco a inadequação geral, mas por bons motivos – já pode ser resultado de um aumento de vendas”, diz a Fecomercio-SP.

As expectativas são boas entre os analistas do mercado financeiro nacionais e internacionais, mostrando sempre boas projeções para o comércio e indústria de todo o país. O otimismo de crescimento econômico para 2018 somados a um cenário político mais estável, podem ser alcançados após as eleições no ano que vem.

“Isso tem puxado os preços de ativos financeiros para cima e aberto espaço para novas quedas de juros, que irão alavancar as vendas e ajudar o empresário a reduzir eventuais estoques excessivos”, diz a Fecomercio-SP.